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Finanças Pessoais

Erros financeiros que você não deve repetir em 2019

7 erros que você (provavelmente) fez com suas finanças em 2018 e que você não deve repetir em 2019

Aprender sobre todos os principais pontos relacionados a finanças pessoais geralmente requer uma longa caminhada.

E à medida que você constrói conhecimento, o dia geralmente é cheio de sucessos, mas também de erros.

Nesse sentido, é importante que, no início de um novo ano, haja uma reflexão sobre como estão indo suas finanças e como melhorá-las.

Afinal, é sempre possível (e muitas vezes necessário) adotar novas estratégias para atingir seus objetivos financeiros.

Neste artigo, mostraremos alguns dos principais erros que podem ter influenciado negativamente suas finanças em 2018 e daremos conselhos sobre como corrigir esses comportamentos para que sejam bem-sucedidos em 2019.

Portanto, peço-lhe que leia atentamente cada um dos sete tópicos e tente correlacioná-lo com a sua realidade, é essencial que você entenda por que estava errado e descubra as maneiras de acertar.

7 erros financeiros que você provavelmente cometeu em 2018 e não deve repetir em 2019

1. Procrastinar

Deixar para decisões posteriores e ações fundamentais para o crescimento financeiro pode ser o maior erro dessa lista.

Nas finanças, assim como na vida em geral, negligenciar o tempo pode ter consequências catastróficas.

Com o cotidiano agitado e permeado pelo trabalho, estudos, lazer, entre outras obrigações, o compromisso com o financiamento, que deveria ser uma prioridade na vida de qualquer cidadão, acaba sendo negligenciado.

No entanto, muitas pessoas não têm a noção de que este tipo de comportamento é um verdadeiro “tiro no pé”, uma vez que com o passar do tempo há também várias oportunidades.

Para que uma vida financeira saudável seja construída, uma quantidade razoável de tempo, economia e investimento são necessários, sendo o primeiro o fator mais notável quando considerado a longo prazo.

Evite as desculpas

Se os dias, meses e anos passam e desculpas como: “Eu ainda sou novo para pensar em aposentadoria”, “naquele ano não deu para salvar, mas no próximo ano vai dar”, “eu tenho que aproveitar meu dinheiro, o que O que significa ser “velho e rico?”, “Vamos viver agora!”, Entre outros, eles são uma constante em seus pensamentos quando se trata de fazer sacrifícios financeiros em favor de seu futuro, cuidado!

Esses pensamentos são tóxicos e alimentam um ciclo de procrastinação.

Imagine que algum dia você esteja passando por uma situação financeira complicada, decorrente de uma perda imprevista de emprego, doença ou outra, e tenha que recorrer a empréstimos com juros muito altos.

Tudo isso porque ele não se preocupou em economizar uma pequena parte de seu salário mensal para formar uma reserva para emergências.

Ou então, você pode simplesmente acordar um dia e perceber que não é tão novo e que o tempo perdido poderia ter gerado uma liberdade financeira que você ainda não conquistou, pelo contrário, você terá que começar do zero.

Acalme-se, não estou querendo nenhuma praga por sua vida, mas infelizmente esses casos acontecem com muitos brasileiros que nunca se importaram com o fato de o tempo ser um fator determinante nas finanças pessoais.

Se você pensou dessa forma até agora, era hora de mudar de idéia, parar de adiar e começar seu trabalho buscando conquistar sua independência financeira.

2. Não poupar o máximo possível

Como comecei a mencionar no tópico anterior, não é um grande erro salvar para formar uma reserva para possíveis contingências.

Primeiro, porque ao passar por qualquer problema maior você terá que recorrer a linhas de crédito que geralmente têm juros altos, como: cheque especial e cartão de crédito (os dois mais comuns).

A consequência mais provável do problema citado é a bola de neve de dívidas que pode complicar seu orçamento por anos.

Além disso, quem gasta muito tempo em dívidas, muitas vezes esquece como é ser organizado financeiramente e pode continuar repetindo o erro inúmeras vezes, o que impede a conquista da liberdade financeira.

Mas além desse sentido específico, também podemos analisar a economia monetária de um ponto de vista mais amplo.

Aprender e sempre procurar maneiras de economizar o máximo de dinheiro possível deve ser o principal objetivo daqueles que desejam construir uma vida economicamente confortável.

Em muitos casos, pode ser necessário abandonar um ou outro prazer imediato em nome de sua felicidade a longo prazo.

No entanto, colocando o ato de salvar como prioridade em qualquer situação, você poderá economizar muito dinheiro e obter tranqüilidade financeira muito mais rapidamente.

É importante destacar também que não estou dizendo que você deve se privar e perder a qualidade de vida, mas tente aproveitar ao máximo seus desejos gastando a quantia mínima de dinheiro e sempre aumentando suas economias mensais.

3. Encontre satisfação imediata

Um erro muito comum entre os mais jovens, principalmente, aqueles que não têm responsabilidades financeiras fixas.

Mal sabe que este é o melhor momento da vida para começar a poupar e investir, por dois motivos:

  • Quanto mais tempo o dinheiro é investido, maior o seu retorno;
  • Tentativa e erro é um método eficaz de aprendizagem. Então, quando você é jovem, pode arriscar mais e aprender pouco a pouco com suas próprias experiências.

Apesar disso, a maioria dos jovens está mais preocupada em aproveitar a vida, sair quase todos os dias da semana, viajar muito e ter itens de moda supercarros.

Não é que fazer essas coisas seja algo ruim, mas a moderação é vital para o sucesso. Sendo assim, é possível ter momentos maravilhosos e aproveitar a juventude sem comprometer o futuro.

Muitas pessoas querem morar fora da casa dos pais, algumas querem ter filhos … essas despesas da vida adulta comprometerão substancialmente seu orçamento.

No entanto, se você planeja na fase anterior, onde as despesas são normalmente opcionais, é possível realizar sonhos muito mais rapidamente.

Assim, o equilíbrio entre aproveitar o seu dinheiro e fazê-lo funcionar para você deve ser um preocupação constante

4. Nao se adaptar

Outro erro comum é nao se ajustar, tanto na vida pessoal como na profissional. No entanto, se acostumar com uma rotina é prejudicial para você, especialmente quando você começa a limitar sua ambição.

Portanto, buscar conhecimento é importante.

Além de aguçar sua criatividade, ajudando-o a enxergar novos caminhos para os mais diferentes cenários, ele ainda mantém viva a vontade de sempre buscar novos desafios.

Investir na formação profissional e na educação financeira são dois fatores decisivos na construção de ativos financeiros e intelectuais.

A riqueza financeira sozinha pode não representar muito, já que muitas variáveis ​​podem alcançá-la e deteriorá-la, mas o intelectual, por sua vez, lhe dará a capacidade de sair de qualquer situação difícil.

Se você já estava interessado em ler biografias de milionários, deve ter percebido que construir uma fortuna não é fácil. Não há receita de bolo ou caminho direto.

Mas algo que a maioria deles tem em comum é a incrível capacidade de se adaptar e criar novas idéias para gerar falhas.

Isso não seria possível se estivessem confortáveis ​​e felizes com uma situação de vida mediana.

O conhecimento e a ambição podem levar à exploração de possibilidades cada vez mais audaciosas na busca do alcance de todo o seu potencial.

Não coloque sua vida no piloto automático, assuma o controle e defina onde você quer ir e como você o fará.

5. Não planejar

Mais um erro freqüente, especialmente para aqueles que já se acostumaram com uma rotina, por mais organizada que seja, pode não ser planejada.

O planejamento subtende um conjunto de ações com o objetivo de alcançar um propósito.

Se suas finanças estão organizadas, você não tem dívidas e vive bem, mas não planeje o que vai fazer com suas reservas ou tenha um plano claro para alcançar sua liberdade financeira, aqui está seu erro.

É necessário planejar não só como economizar, mas também como investir. No caso de nenhum desses dois problemas serem planejados, é hora de arregaçar as mangas e fazê-lo agora mesmo.

6. Gaste antes de ter

Não é incomum ouvir as pessoas dizerem: “isso não me salva, porque não poupa”.

Porém, a maneira correta é descontar o valor que deve ser economizado no ato de receber sua renda, como se fosse um imposto obrigatório, como o IRRF – Imposto de Renda retido na Fonte.

Por exemplo, você poderia cno valor de 10 ou 15% do seu rendimento líquido mensal (rendimento bruto menos todos os descontos).

Assim, o dinheiro que você teria disponível para pagar suas despesas mensais seria o seu lucro líquido ajustado, ou seja, a soma de todas as suas receitas menos os descontos, menos a porcentagem do IP.

Ao fazer isso, não haveria mais espaço para a desculpa que citei no início deste tópico e você formaria uma grande economia a longo prazo.

7. Agir sozinho

Se você é casado, mora perto de alguém ou ajuda com a renda familiar de alguma forma, é necessário que todos os envolvidos estejam em sincronia.

Todos devem entender e participar do planejamento financeiro. Trabalho em equipe, bem como vantajoso é motivador.

É importante que a família como um todo esteja envolvida em metas financeiras, afinal, é muito mais fácil gerenciar finanças quando os objetivos são compatíveis.

conclusão

Estes foram alguns erros comuns que fizemos para avisá-lo sobre o perigo de pequenas ações e hábitos que podem estar envenenando sua vida financeira.

Um último aviso é sobre a questão da ação.

Muitas vezes, erros são simples de serem corrigidos e os caminhos para isso são muito intuitivos, mas a falta de ação compromete a transformação do erro em sucesso.

Não deixe que esses erros se perpetuem em sua vida financeira, corrija-os o mais rápido possível e busque sua liberdade financeira.

Quais são seus erros financeiros mais relevantes em 2018? Os conselhos ajudaram a identificar alguns erros que você está cometendo? Seu comentário é muito relevante!

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